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Comida a Vontade e a minha Obesidade

Posted in Ciência, Meus Dias on Abril 19, 2008 by Fabrício Franco

Cada vez mais hoje em dia as pessoas se preocupam com o peso delas mesmas. Principalmente as mulheres que parecem ter um complexo de gordura fazem de tudo para poder perder os míseros quilos que faltam pra ficar no peso desejado. Além das mulheres, também há os homens que ficam compulsivos por academias de vivem malhando todos os dias para conseguir o corpo ideal. Será que essa gente não consegue se aceitar do jeito que elas são?

Eu nunca me preocupei com essas coisas, quem sabe porque eu nunca tive problemas com peso e acredito que nunca vou ter. Vou reparar que estou ficando gordo a partir do dia que eu começar a criar peitinhos caídos e uma barriga de chopp, quem até onde eu ouvi falar é muito mais sexy do que muitas dessas barrigas de lavar roupa. Em uma reportagem do caderno Vida sobre saúde do jornal Zero Hora, a compulsão por comida pode persistir depois da cirurgia de obesidade. Junto com essa reportagem foi publicado uma formula para o cálculo do IMC (Índice de Massa Corporal) que segue abaixo.

Formula do IMC:

IMC = Peso (kg) / Altura² (m)

Categoria / Índice de Massa Corporal (IMC)

Peso normal / 19 – 25

Sobrepeso / 26 – 30

Obesidade leve / 31 – 35

Obesidade moderada / 36 – 40

Obesidade severa / 41 – 45

Obesidade mórbida / 46 – 50

Superpeso / 50 ou mais

Meu resultado deu 38,8, e isso quer dizer que eu estou com obesidade moderada com meus 63kg, mas eu simplesmente me sinto novo em folha, apesar da super grite que não ta querendo ir embora, mas em questões de peso e bem-estar comigo mesmo eu estou ótimo. Essa medicina de hoje em dia é brincadeira. Enquanto eu não ver meus peitos caírem e as pessoas me olhando de modo diferente vou continuar comendo tudo que me convém.

Como cuidar bem de seus eletrônicos

Posted in Atualidades, Ciência on Abril 17, 2008 by Fabrício Franco

Estudo indíca que a maior parte dos brasileiros cuidam mal de seus eletrônicos. Vejamos a seguir como cuidar bem de seus eletrônicos.

1. Impressora

Quanto tempo dura: cinco anos
O que os especialistas sugerem para prolongar esse tempo:

→ Cobrir sempre a impressora com a capa plástica. Esse é um cuidado que quase ninguém toma, mas ajuda a evitar algo prejudicial e tão comum na ausência da proteção: por meio das brechas, migalhas e poeira se infiltram na máquina e entram em contato com a parte eletrônica. Ali alojadas, tais partículas funcionam como obstáculos invisíveis, impedindo que o cartucho deslize livremente sobre o trilho – o que desgasta a impressora a médio prazo

→ Recarregue o cartucho apenas numa das lojas da empresa que o produziu. Só ela tem a tinta que se encaixará perfeitamente àquele cartucho – e, por isso, o deixará no peso previsto para a impressora. Uma sobrecarga de alguns poucos miligramas exigirá esforço adicional da máquina

Quanto tempo de vida a impressora ganha com tais medidas: um ano

Dica na hora de comprar: dar preferência aos modelos a laser – e não àqueles que funcionam com jato de tinta. Sim, eles são três vezes mais caros, mas, em compensação, duram tão mais que, feitas as contas, saem pela metade do preço

2. DVD

Quanto tempo dura: cinco anos
O que os especialistas sugerem para prolongar esse tempo:

→ Antes de colocar o disco, limpá-lo sempre com uma flanela. O objetivo é eliminar as partículas de pó que invariavelmente se acumulam sobre ele – e podem arranhar o leitor óptico, tal é a sua fragilidade

→ Ao botar o disco sobre a bandeja do aparelho, evitar apoiar-se sobre ela. Qualquer peso a mais fará mudar sua inclinação, ainda que isso seja imperceptível. Nesse caso, o leitor óptico será mais exigido

→ Evitar os discos pirateados. Na comparação com os demais, eles não são tão planos nem têm o furo tão centralizado. Resultado: com as cópias, o leitor óptico precisará despender o dobro do esforço para fazer o disco tocar

Quanto tempo de vida o DVD ganha com tais medidas: dois anos

Dica na hora de comprar: escolha os modelos de tamanho convencional, e não os mini-DVDs. Apesar de custarem a metade do preço, deformam-se com facilidade sob temperaturas mais altas, uma vez que são feitos de plástico frágil

3. Televisão

Quanto tempo dura: vinte anos
O que os especialistas sugerem para prolongar esse tempo:

→ Evitar deixar a TV ligada num único canal, sobretudo naqueles que trazem o logotipo da emissora no canto da tela. Com uma imagem parada por muito tempo no mesmo lugar, pode ocorrer um processo químico por meio do qual o calor que incide sobre a tela, em geral rica em fósforo, faz estampar nela o tal símbolo. A marca será permanente

→ Não instalar a TV num lugar em que bata muito sol. O calor provoca um efeito fotoelétrico que resulta em manchas na tela

→ Nunca apoiar o dedo sobre a tela, uma vez que é grande a possibilidade de ela ficar riscada, tal sua fragilidade. No caso dos aparelhos de LCD, o toque pode ainda provocar a quebra das células de cristal líquido, que, por sua vez, perdem a capacidade de emitir luz – e deixam a tela com menos brilho

Quanto tempo de vida a televisão ganha com tais medidas: um ano e meio

Dica na hora de comprar: sempre testar a TV na loja para procurar, com lupa, eventuais pontos coloridos na tela. É comum acontecer

4. Celular

Quanto tempo dura: quatro anos
O que os especialistas sugerem para prolongar esse tempo:

→ Cultivar o hábito de recarregar a bateria do celular apenas quando estiver zerada. Do contrário, ela naturalmente se reprogramará de modo a carregar-se apenas em parte, mesmo que esteja 100% vazia. Em suma, a bateria passará a ter uma duração menor

→ Não abusar do recurso vibra- call nem da iluminação do visor. Juntos, eles consomem 30% mais bateria. Normalmente, baterias de celular são recarregadas cerca de 1000 vezes até não funcionar mais. Com o uso regular de tais recursos, seu tempo de vida será abreviado

→ Usar o celular sempre com capa. Ela suaviza o impacto numa eventual queda do aparelho, o que impede que as células de cristal líquido do visor se rompam – e ele não se ilumine mais

Quanto tempo de vida o celular ganha com tais medidas: um ano e meio

Dica na hora de comprar: procurar baterias à base de lítio, de tecnologia mais avançada do que as de cádmio – e que, portanto, duram mais tempo sem precisar ser carregadas

5. Ipod

Quanto tempo dura: quatro anos
O que os especialistas sugerem para prolongar esse tempo:

→ Instalar a versão mais nova de software disponível para aquele modelo. Ela é sempre um avanço em relação à antecessora porque vem blindada contra os vírus que já foram mapeados no passado

→ Nunca deixar o aparelho exposto ao sol. Sua bateria logo descarregará e, quanto mais vezes ela precisar ser preenchida, menor será seu tempo de vida. A bateria de um iPod pode, afinal, ser recarregada até 500 vezes

Quanto tempo de vida o iPod ganha com tais medidas: um ano

Dica na hora de comprar: as cópias só lembram o original na aparência. Elas não costumam ultrapassar um ano de uso sem quebrar – quatro vezes menos tempo, portanto, do que os verdadeiros.

Fonte: veja.com.br

Esperma tem Efeito Anti-Depressivo

Posted in Ciência on Abril 12, 2008 by Fabrício Franco

Sêmen é uma coisa que eu pessoalmente acho a coisa mais nojenta que tem. Estava lendo uns artigos na Papo de Homem e me dei o trabalho de traduzir um muito interessante, espero que gostem:

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Tattoo do ghetto?

Posted in Atualidades, Ciência on Abril 4, 2008 by Fabrício Franco

Também referida como tattoo na sua forma em inglês, a tatuagem é uma das formas de modificação do corpo mais conhecidas e cultuadas do mundo. Trata-se de um procedimento com pigmentos e agulhas, que durante muitos séculos foi considerada irreversível.

A mais de 3500 anos as pessoas se tatuavam para destacar a sua personalidade ou homenagear alguma comunidade tribal. O que antigamente era considerado uma honra para os povos, hoje é considerado motivo de preconceito, principalmente para as pessoas de mais idade. Como tatuagem, assim como o piercing é considerado um ato de ousadia, fora dos padrões da sociedade, as pessoas ainda resistem ou são contra a idéia de ‘pintar’ o corpo, seja ela temporária ou definitiva.

Falando em arte corporal, hoje em dia a moda de furar o umbigo tem virado cultura, assim como furar as orelhas dos bebês, isso porque eles não vão por piercings. Até mesmo na religião esse assunto já vem sido tratado há muito tempo, juntando opiniões acerca de das tatuagens.

Independente que seja na religião, dentre os pais ou na sociedade inteira, esse assunto sempre vai ser motivo de polêmicas e alvo de críticas. A maioria das pessoas que hoje eu conheço são a favor desse tipo de arte, mas apesar de tantos debates ainda não me decidi se vou ou não fazer. Enfim, considerando toda a polêmica sobre tatuagens: arte ou rebeldia?

Até, pessoal!